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Give It a Try

Pragmatic Version Control Using Git
Não lembro exatamente onde li, ou quem vi falando essa semana sobre uma versão do “Pragmatic Version Control with *” voltada para Git. E parece que estavam prevendo, porque depois de todo o auê que ele tem causado os Pragmatic Programmers anunciaram hoje o Pragmatic Version Control using Git. E não é a toa. A primeira vez que ouvi alguém falando do Git, foi o próprio criador da criança, ninguém menos que Linus Torvalds, em uma apresentação dentro do Google, quase um ano atrás. Na época não dei a devida importância, mas vale a pena dar algumas horinhas de atenção pra ler a respeito e tirar suas próprias conclusões.

Além disso, hoje também foi oficialmente lançado o Github, que é basicamente um host especializado em Git. E quem acompanha blogs gringos porai, deve ter percebido que não param de pipocar posts em tudo quanto é lado, explicando como usar Git e porque git é melhor que Subversion (acho que ninguém tem coragem de tentar comparar Git com CVS né?) então nem vou perder meu tempo escrevendo mais um. E como provavelmente daqui a algum tempo (pouco, inclusive), você vai estar abandonando seu querido Subversion, siga os links do post e comece a usar. Não dói. Give It a Try.

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Internet banda lerda 3g da Claro

Snail on sail
Bom, depois de algum bom tempo usando, posso afirmar, o serviço não vale a pena. De constante só tem duas coisas: a lentidão e a instabilidade. Vide as dezenas de reclamações que outras pessoas colocaram no outro post que fiz e também no site ReclameAqui.com.br, logo após contratar o serviço. No começo, funcionava bem, mas faz um bom tempo que não funciona nem de perto em um nível aceitável.

Reclamações na central deles não adiantam em nada, e quando entrei em contato na última vez (depois de esperar 40 minutos[sério!] no telefone), comentei com o atendente depois de explicar o problema todo:

Bom, eu to ligando na verdade nem é pra reclamar, porque sei que não adianta. É mais pra pegar um número de protocolo e poder reclamar com a Anatel e entrar na justiça para cancelar o serviço. Inclusive, tu já deve estar enjoado de gente reclamando, então nem vou ocupar mais a linha, porque devem ter mais zilhões de clientes querendo reclamar.

Ele só riu. Então fica a dica, se não comprou, não compre. Se comprou, ligue pra central de atendimento do consumidor da Claro (número 1052 - dica, ligue do celular e coloque no viva voz, pra não cansar o braço enquanto espera), reclame, anote o número do protocolo, ligue pra Anatel (número 0800 332001), reclame passando o número do protocolo da Claro e entre com seu devido processo contra a Claro.

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Internet banda larga 3g da Claro

Working late last night
Passadinha rápida só pra deixar registrado uma dica pra quem for instalar (ou tentar) o novo serviço de internet móvel da Claro com 3g no Mac OS. Eu assinei o serviço de 1mps e recebi “de cortesia” o modem USB Huawei E226. No manual que acompanha o produto, existe a informação que ele é compatível com Windows XP, Vista e Mac OS X 10.3.7 ou superior (apesar de que no site do fabricante só diga Windows XP e 2000).

Ótimo einh? Recebi um CD de instação pra Mac e tudo vai funcionar corretamente. Bom, nem tudo é tão fácil. O CD instala os drivers do modem e também um discador para que você possa conectar. O problema é que se você tenta usar o discador, a mensagem que é exibida é “Fail to connect”. Talvez o problema seja que eu já esteja utilizando o Leopard, mas enfim, o que importa é que não funciona.

Depois de duas horas com o vendedor da loja da Claro tentando instalar (e o cara era realmente competente, só que não haviam dado treinamento para instalação em Mac`s - dei a sorte de ser atendido justamente pelo cara que foi para São Paulo ter treinamento disso e repassar pro pessoal aqui no RS), tivemos a idéia de tentar usar o discador do próprio Mac OS. E funcionou. Então caso você tenha problemas, a dica é usar o cd de instalação que acompanha para instalar os drivers, mas para conectar, crie uma conexão e não use o discador (MobileConnect) - ele até serve pra alguma coisa, já que é possível ver como está o sinal da operadora na tela principal.

Para criar uma conexão nova (depois de ter instalado os drivers), entre em System Preferences, Network, clique no sinal de +, selecione HUAWEI Mobile em interface e coloque o mesmo em Service name. Coloque os seguintes dados para conexão:

Telephone number: *99***1#
Account name: claro
Password: claro

Entre agora em Advanced…, na aba Modem, selecione Vendor como Other, e em model selecione HUAWEI Mobile Connect - 3G Modem. Clique em OK, em seguida Apply. Para testar, clique em Connect. Se você deixar selecionada a opção “Show modem status in menu bar”, o que eu recomendo, você pode mandar conectar clicando no ícone do telefone do menu bar e em seguida Connect HUAWEI…That’s it.

update: pra quem estiver se sentindo lesado ou estiver com problemas na conexão, registre um chamado na Anatel, fone 0800 33 2001.

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Open Source Collaboration

It's a Small World

Volta e meia vemos pela internet alguém falando que open source não dá dinheiro. Quem tem um pouco mais de conhecimento (e vivência) em ambientes desse tipo, sabe que muitas vezes o dinheiro pode não vir diretamente da empresa “guarda-chuva” do projeto, mas através de reconhecimento por se ter participado do desenvolvimento de algum software que é usado por dezenas, centenas ou mesmo milhares de desenvolvedores. E com um pouco mais de dedicação(e expertise), é possível ser contrato pela empresa (e ainda ganhar um bom dinheiro). No Brasil mesmo, temos excelentes exemplos de gente trabalhando para projetos open source full time, como o Fernando Meyer, que trabalha no projeto Jboss Drools contratado pela RedHat e também o Rodrigo Kumpera (ou louds), trabalhando pela Novell no projeto Mono, ambos amigos pessoais. Além deles, com certeza devem existir outros que não conheço.

Pensando nesse pessoal, Jason Allen e Scott Collison criaram um site de relacionamentos para desenvolvedores: o Ohloh. O nome é tão estranho quanto o “primo” famoso, orkut, mas o foco é bem diferente. O Ohloh oferece uma série de recursos para quem participa de projetos open source, como possibilidade de criar “profiles” dos seus projetos e indexar o código fonte, permitindo que os desenvolvedores linkem seu profile aos seus commits no repositório. Também é possível dar um kudo(segundo a definição que está no site: (ku·do) a statement of praise or approval; accolade; compliment.) como forma de demonstrar sua confiança/admiração em algum desenvolvedor. Excenlente oportunidade pra quem colabora em algum projeto mostrar seu trabalho. Quem se cadastrar e tiver curiosidade pode dar uma passada no meu profile lá.

Na mesma linha, nas últimas semanas (ok, fazia meses que não postava), acabei ganhando alguns “pontos de confiança” em alguns projetos. Me tornei commiter (é, versão aportuguezada de quem pode dar commit no repositório), dos projetos Hibernate (e seus subprojetos) e do Vraptor (junto com o pessoal da Caelum) - tanto o Hibernate quanto o VRaptor já estão indexados no Ohloh. Motivo à mais pra gatar um tempo extra codando na frente do micro :)

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Spin - Workshop on Software Trends

Circolo di fotoamatori

Já estava com esse post em draft à séculos, mas como o tempo andava curto, acabava sempre procastinando de terminar. Algum tempo atrás (ok, bastante tempo, foi dia 30 de abril, 2007), ocorreu mais um encontro do Spin RS, fórum regional voltado para a melhoria das práticas de Engenharia de Software. Nessa edição em especial, diversas “celebridades” da IEEE estavam presentes, então vale a pena dar uma olhada, mesmo que seja somente nos slides das palestras.

Rebecca Wirfs-Brock: sensacional. Candidata forte à melhor palestra. A palestra dela foi basicamente uma aula de como contar histórias (uma habilidade importantíssima pra quem desenvolve orientado à objetos, já que precisamos saber fazer um “roteiro” de como os objetos interagem, etc). O nome da palestra era “Trends on Object-Oriented Software Design”, mas acabou virando “The Art of Telling your Design Story”.
PS: recomendo mesmo o livro da Rebecca, Object Design: Roles, Responsibilities, and Collaborations.

Outra palestra bacana foi a do Philippe Kruchten, sobre Arquitetura de software, onde ele levantou algumas questões sobre quem, como e quando deve fazer a arquitetura de um sistema. Mas a parte que mais me chamou atenção foi durante as perguntas da platéia, onde alguém perguntou alguma dica de como se tornar um bom arquiteto de software, e ele respondeu bem tranquilamente “troque muitas vezes de emprego”. Reações curiosas puderam ser observadas.

Dessa vez só o Phillip Calçado e o Marcello Azambuja que vieram, mas próxima vez espero ver mais gente por aqui, até para valorizar mais o evento (e também pra participar do churrasco pós-evento).

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